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Centros de Inovação

Ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores.

Centros de Inovação

Ambientes criados para promover e dar suporte ao empreendedorismo inovador, ajudando a criar e expandir negócios inovadores.

Os Centros oferecem serviços que apoiam o empreendedor desde o momento em que o negócio é apenas uma ideia até o momento em que ele está pronto para encarar o mercado, crescer e escalar.

O Centros também querem estimular a inserção da cultura de inovação nas empresas da sua região e conectar startups e empreendedores com empresas consolidadas e outros atores importantes.

Para operacionalizar esses objetivos, dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubacão, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para P&D, Marketplace, One Stop Shop, conexão com instituições financeiras e investidores e assim por diante. Esses serviços e atividades são oferecidos diretamente pelo Centro ou por meio de parceiros do ecossistema.

Os Centros também estão aí para fortalecer a cultura da inovação nas organizações locais e conectar os atores do ecossistema regional entre si e com o mundo.

Tudo isso para acelerar o necessário desenvolvimento de negócios e organizações rumo à nova economia e ao novo mundo que está se descortinando diante de nós.

Veja a posição dos centros de inovação no contexto dos habitats de inovação.

Fonte: VIA Estação Conhecimento – UFSC, 2020

Missão

Missão

Ativar o ecossistema de inovação 

A inovação acontece no fluxo (de ideias, talento, capital). Dificilmente acontece em água parada. Esse fluxo se cria a partir da conexão entre as pessoas e organizações. E, a conexão requer um ambiente de confiança para florescer.

As barreiras sociais, políticas, culturais, emocionais ou institucionais que mantêm pessoas e organizações distantes, são armas que matam a inovação. Ao manterem as pessoas distanciadas, essas barreiras elevam os custos de transação e deixam as oportunidades de inovação se esvaírem a cada dia (HWANG;HOROWIT, 2012).

Para conectar pessoas e organizações é preciso derrubar essas barreiras e construir territórios com altos níveis de confiança. Confiança facilita conexão. Conexão gera fluxo. Fluxo é onde a inovação acontece.

Como são necessárias muitas interações entre indivíduos até que se juntem as pessoas certas, com os recursos certos, na hora certa para a inovação acontecer, ser um hub é muito eficaz: como você conecta um monte de pontos, tem mais chances de fazer as conexões certas.

Os Centros de Inovação atuam para unir os diversos atores locais do seu ecossistema e, ainda, conectar o ecossistema local aos demais ecossistemas do estado por meio da Rede de Centros de Inovação de Santa Catarina. Além disso, trabalham para conectar o ecossistema local a ecossistemas estratégicos ao redor do mundo.

Gerar e escalar negócios inovadores 

Os Centros de Inovação são o ponto de referência regional para empreendedores ou potenciais empreendedores que querem transformar sua ideia nova em negócio, incorporar open innovation, se capacitar ou buscar conexões para a inovação.

A partir de serviços especializados, que vão desde o acolhimento e orientação do empreendedor, passando por mentoria, capacitação técnica e gerencial, até o acesso a investidores e novos mercados* os Centros viabilizam o nascimento e desenvolvimento de novos negócios inovadores com taxas de mortalidade empresarial muito menores do que as praticadas fora de ambientes de inovação.

*Os Centros vão incorporando novos serviços ao seu portfólio conforme sua capacidade e maturidade. Veja no menu “Unidades” quais serviços estão operando em cada Centro.

Aqui está um pouco das minhas reflexões de uma década imerso no Vale do Silício. Primeira coisa: cultura é tudo! As pessoas falam muito sobre cultura, mas até que você gaste um bom tempo nas trincheiras de um ambiente inovador, de alta velocidade e alto risco como é o Vale, é muito difícil entender. […] Quando eles dizem que o Vale do Silício não é um lugar, mas um estado mental, é verdade. Pessoas talentosas estão em todo lugar do mundo. Mas, o modelo mental adequado é que é precioso (Victor W. Hwang, 2016).

Criar cultura inovadora e empreendedora

Andres Oppenheimer (2013), jornalista e analista político argentino costuma dizer que a América Latina precisa aplicar à ciência, tecnologia e inovação o mesmo esforço, paixão e disciplina dedicados ao futebol. Para ele, a maior trava à inovação é a ausência de uma cultura de admiração aos inovadores e empreendedores e a falta de tolerância social ao fracasso individual, que são fatores-chave do êxito do Vale do Silício, por exemplo.

Se por um lado é fundamental que sejam retiradas as duras barreiras do caminho do empreendedor, como a burocracia, os tributos pesados e o difícil acesso à pesquisa científica, por outro é decisivo que a mentalidade das pessoas esteja sintonizada com a criatividade e a disponibilidade para criar um mundo que ainda não existe.

É decisivo considerar que, tentando resolver problemas do dia a dia das pessoas e da coletividade, podemos criar negócios muito lucrativos, postos de trabalho e renda qualificados e até empresas globais.

Para que a inovação aconteça e faça proliferar negócios e oportunidades significativas para a região, ela precisa se tornar parte da cultura, do espírito deste lugar. É aí se inicia o trabalho dos Centros.

O maior desafio dos Centros e dos trabalhadores da inovação é ENCURTAR DISTÂNCIAS entre:

Pessoas com ideias

Pessoas com talento

Pessoas com capital

Criando conexão, fluxo e, finalmente, inovação. Nesta ordem.

O maior desafio dos Centros e dos trabalhadores da inovação é ENCURTAR DISTÂNCIAS entre:

Pessoas com ideias

Pessoas com talento

Pessoas com capital

Criando conexão, fluxo e, finalmente, inovação. Nesta ordem.

Funções

Para cumprir sua missão de fortalecer o ecossistema de inovação e gerar negócios inovadores, os Centros atuam a partir de um Portfólio de Funções que é compartilhado por toda a Rede de Centros de Inovação de Santa Catarina. O Portfólio é um conjunto de serviços e atividades que o Centro está oferecendo ou vai oferecer.

As funções e subfunções constantes do portfólio serão implementadas gradualmente em cada Centro, conforme nível de maturidade e demanda. Além disso, essas atividades podem ser oferecidas diretamente pelo Centro ou por parceiros qualificados.

PORTFÓLIO DE FUNÇÕES: CENTROS DE INOVAÇÃO E ECOSSISTEMAS

Adaptado do metamodelo de Josep M. Piqué (2015)

Modelo de Governança

Cada cidade possui um Comitê de Implantação que é o responsável pela definição do modelo de operação e de governança do seu Centro. Esses Comitês trabalham a partir das diretrizes do Guia dos Centros. A Rede de Centros de Santa Catarina tem centros de iniciativa pública (a maior parte deles) e de iniciativa privada. Nos centros privados, a gestão é do grupo responsável pela iniciativa e pelo prédio. Nos centros públicos, o responsável é a prefeitura (salvo poucas exceções), que pode operar diretamente ou delegar à entidade privada por meio de chamamento público.

PRÉDIO PÚBLICO: a gestão é da prefeitura, que pode delegar a uma organização privada por meio de edital público – gestão submetida a Conselho de Administração formado por representantes da tríplice hélice* – Governo de SC dá suporte técnico e financeiro

PRÉDIO PRIVADO: gestão do grupo privado responsável – gestão submetida a Conselho de Administração formado por representantes da tríplice hélice* – Governo de SC dá suporte técnico e financeiro

*Tríplice hélice: significa a atuação conjunta entre Governo, Academia e Empresas. O uso do termo se tornou muito comum quando Henry Etzkowitz sustentou que a inovação em uma economia requer a atuação integrada desses três setores. A modelo de gestão geral dos Centros baseia-se nesse padrão. Aqui, a instância decisória máxima é o Conselho de Administração.

O modelo de gestão geral dos Centros baseia-se nesse padrão. Aqui, a instância decisória máxima é o Conselho de Administração.

Composição dos Conselhos de Administração dos Centros

O Conselho de Administração dos Centros, por sua vez, tem funções consultivas e deliberativas, formato triparte e presidente eleito entre os 12 membros. Os membros são indicados pelas entidades reconhecidas do ecossistem e nomeados pelo prefeito. Ficam impedidos de compor o Conselho, sócio, ascendente, descendente ou parente colateral ou afim de titular de empresa instalada no Centro.

Composição dos Conselhos de Administração dos Centros

O Conselho de Administração dos Centros, por sua vez, tem funções consultivas e deliberativas, formato triparte e presidente eleito entre os 12 membros. Os membros são indicados pelas entidades reconhecidas do ecossistem e nomeados pelo prefeito. Ficam impedidos de compor o Conselho, sócio, ascendente, descendente ou parente colateral ou afim de titular de empresa instalada no Centro.

Modelo de Ocupação Adaptabilidade, Criatividade e Conexão

Os Centros da Rede operam a partir do modelo abaixo, que é customizado conforme as necessidades de cada ecossistema. Os Centros foram construídos dentro de um modelo que, ao mesmo tempo em que é padronizado, é flexível quanto às possibilidades de ocupação.

Com mobiliário leve e adaptável, divisórias móveis e espaços abertos, os Centros são preparados para adaptarem-se às necessidades recorrentes de mudança do mundo do empreendedorismo e da inovação.

As cores vibrantes do mobiliário, as paredes externas de vidro que criam grande comunicação com o espaço externo, o bom aproveitamento da luz e ventilação natural entre outros aspectos criam um ambiente confortável e inspirador. Muito mais favorável à criatividade.

Mas, a principal marca dos Centros da Rede são os diversos espaços de trabalho colaborativo, multifuncionais e de encontros. As mesas compartilhadas, quiosques de reunião, salas de videoconferência, espaços multiuso, espaço para eventos, café e as copas em todos os pavimentos, garantem o mais importante: que as pessoas possam se conectar. É da conexão que nasce a inovação.

Confira aqui o Projeto de Interiores dos Centros de Inovação.

Térreo:
• Recepção;
• Autoatendimento;
• Show Room;
• Auditório;
• Espaço de Convivência;
• Café/Restaurante;
• Apoio Bancário/Vending Machine;
• Outros.

Mezanino:
• Administrativo (Gestão das Funções do Centro);
• Salas de Reunião e Treinamento (Programas de Open Innovation, Aceleração, Formação, Orientação etc.);
• Sala(s) para parceiros e instituições de apoio;
• Escritório de projetos, Propriedade Intelectual e
Transferência Tecnológica.

1º Pavimento:
• Pré-incubadora;
• Incubadora de projetos;
• Incubadora de empresas;
• Aceleradora (um programa de aceleração pode ou não implicar em cessão de espaço físico, podendo consistir somente de capacitações, treinamentos, suporte e mentoria no Centro, ocupando as salas de reunião e treinamento pontualmente);
• Laboratórios, Núcleos de Inovação P&D e Design;
• Spin Offs de grandes empresas;
• Empresas com projetos de inovação.

Ático:
• Espaço Multiuso e/ou Coworking;
• Área para Eventos;
• Espaço para Coffee break;
• Terraço/Deck.

Térreo:
• Recepção;
• Autoatendimento;
• Show Room;
• Auditório;
• Espaço de Convivência;
• Café/Restaurante;
• Apoio Bancário/Vending Machine;
• Outros.

Mezanino:
• Administrativo (Gestão das Funções do Centro);
• Salas de Reunião e Treinamento (Programas de
Open Innovation, Aceleração, Formação, Orientação etc.);
• Sala(s) para parceiros e instituições de apoio;
• Escritório de projetos, Propriedade Intelectual e
Transferência Tecnológica.

1º, 2º e 3º Pavimento:
(Combinação, conjungação das modalidades indicadas abaixo de forma flexível e adaptada aos estudos, demanda e característica das regiões):
• Coworking;
• Pré-incubadora;
• Incubadora de projetos;
• Incubadora de empresas;
• Aceleradora (um programa de aceleração pode ou não implicar em cessão de espaço físico, podendo consistir somente de capacitações, treinamentos, suporte e mentoria no Centro, ocupando as salas de reunião e treinamento pontualmente);
• Laboratórios, Núcleos de Inovação P&D e Design;
• Spin Offs de grandes empresas;
• Empresas com projetos de inovação.

Ático
• Espaço Multiuso e/ou Coworking;
• Área para Eventos;
• Espaço para Coffee break;
• Terraço/Deck.

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